A primeira tentativa de crónica
É preciso começar.
Nunca recomeçar.
O mundo já mudou demais, pela ação do teu olhar e da minha ação.
Agora debato-me com a vilania da aceitação do mal, e do indistinguível processo de desconstrução da nossa paz.
Nos último anos, vi tantos partir. Alguns pelo seu pé, outros pela vida.
Todos eles partilham a ausência de retorno. E em pouco deles, há a saudade em nós criada.
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